TSE rejeita pedido para barrar exibição de filme sobre Jair Bolsonaro durante eleições
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, rejeitou o pedido de aliados de Lula para impedir que o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, seja usado como propaganda eleitoral na campanha do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência no pleito de outubro. A decisão é desta sexta-feira (12), segundo o g1.
O pedido foi feito pelo deputado Rogério Correia (PT-MG) e por advogados do Grupo Prerrogativas.
Nunes Marques afirmou que a decisão seguiu entendimento consolidado pelo TSE de que, como os autores da ação não são candidatos para o mesmo cargo em disputa, no caso à Presidência, não cabe o questionamento da veiculação do filme.
"No presente caso, os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026", escreveu o ministro.
O que se sabe sobre o filme
O primeiro teaser do filme foi divulgado em 8 de dezembro de 2025 pelo deputado Mario Frias (PL-SP), que assina a produção e o roteiro do longa. A direção é de Cyrus Nowrasteh. O elenco é formado por Lynn Collins, Esai Morales e Felipe Folgosi.
O trailer apresenta diversas situações da vida de Jair Bolsonaro, como a recuperação no hospital após facada durante eleições de 2018, os debates eleitorais e o casamento com Michelle.
Bolsonaro, que atualmente está preso e cumpre a condenação de 27 anos e 3 meses de reclusão, será interpretado pelo ator Jim Caviezel, conhecido por A Paixão de Cristo.
Filmado integralmente em inglês, o projeto adotou medidas rigorosas para garantir a segurança e evitar vazamentos, incluindo a proibição de celulares e a revista dos profissionais no set.
Fonte: GZH
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